Any

Sou Any tenho 23 anos . E uma vez ouvi dizer que se entra na religião  " pelo amor ou pela dor"... até hoje não sei definir em qual me encaixo. Pois conheci a umbanda em um momento muito difícil da minha vida , onde ja havia recorrido á muitas religiões e pessoas  para encontrar conselhos ou até soluções para minha vida e dos meus filhos Vinícius que na época fazia tratamento para linfoma e Carolina . passei muito tempo da minha vida perdida espiritualmente , cheguei a acreditar em tudo e em nada ao mesmo tempo e de fato precisava de algo "palpável" que me fizesse crer . sempre tive muita fé , mais ela foi sendo testada , questionada até o ponto que se esvaiu , estava em um momento tão frágil que só um suporte espiritual poderia me resgatar, pois tinha perdido a fé em mim , na vida e nas pessoas . Deixei de sonhar e o que é uma pessoa sem sonho , ? uma pessoa sem vida né ? Nas minhas andanças por religiões , as minhas principais questões , desse a adolescência nunca foram respondidas: porque nasci : o que eu estou fazendo aqui: qual é o propósito da vida ? muitas dessas perguntas ocorriam pois eu estava "sozinha" , , desempregada , com um caso de câncer e com a cabeça toda bagunçada. foi aí , que minha irmã Marília que já conhecia a casa e a mãe Iya ... conseguiu me convencer ( porque não foi fácil) pois eu tinha um "pré-conceito" sobre "macumba". quando estive na casa (ylê asé luz de odara) e começou a gira e eu com o coração apeertadiinho e angustiado tive o privilégio de sentar á frente de um preto velho por nome Pai Francisco da Guiné  ( que não era nada assustador , pois eu pensava que era ) Aliás pelo contrário era reconfortante . fui acolhida , abraçada , embalada em uma ternura , brandura . Ele me olhava nos olhos e dizia coisas sobre mim que só eu sabia . Me botou no vivenciar . a gente não imagina o quanto somos frágeis e fortes aos olhos dos espíritos . Foi um dos momentos mais mágicos que já pude vivenciar eu já não me sentia mais sozinha  , meu peito e minha alma se encheram de coragem , ímpeto e fé , pois escutei coisas que eu já nem reconhecia ou acreditava   em mim . o vazio  foi preenchido , a angustia dissipada e a tristeza apaziguada . Sai da casa uma nova pessoa e com a certeza de que ali era o meu lugar .fui orientada a realizar o jogo de búzios com minha mãe e sacerdotisa Iya Talabi , onde pude ter a orientação dos orixás para as "soluções" da minha vida . Depois que joguei e segui ( que é o mais importante se que melhorar), fiz um ritual chamado Bori ( que também foi orientado  no jogo ) para a limpeza  e colocar tudo em ordem . . Depois que a conheci e alem das orientações estarem todas certas , minha vida voltou ao eixo normal e hoje me sinto outra pessoa . confio nela e não tomo decisões antes de perguntar e ela me esclarecer tudo , com muita paciência e seriedade , amo e indico o seu trabalho . que oxalá  e seus orixás continue te orientando da melhor maneira para ajudar as pessoas assim como eu fui ajudada ! Obrigada ! por tudo !  Hoje faço parte da casa , onde fui acolhida e cuidada por todos ( nenhuma pessoa da casa me conhecia , mais me acolheram sem fazer nenhuma destinção ou questionamento ). senti o verdadeiro sentido da frase : "fazer o bem sem olhar a quem ".  As minhas perguntas estão sendo respondidas dia após dia . A casa está crescendo e eu junto , dividindo com uma grande família nossas alegrias e tristezas. Gostaria que todos pudessem conhecer , frequentar e quem sabe trabalhar na casa , porque essa casa tem muito axé ! eu agradeço a casa, aos orixás , as entidades e a todos o trabalhadores , mãe iya e ao pai babá pela minha mudança como pessoa (dia a dia é claro ), pelo meu aprendizado espiritual , a melhora no meu relacionamento com as  pessoas e no meu trabalho ( hoje já estou empregada) e assim estou hoje : crescendo , vivendo e aprendendo . Axé!

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